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terça-feira, 1 de março de 2016

ATA DO 33º ENCONTRO DO FÓRUM NACIONAL DE CONSELHOS ESTADUAIS DE ASSISTÊNCIA SOCIAL E CAS DF.


Fórum Nacional dos Conselhos Estaduais de Assistência Social e CAS DF


ATA DO 33º ENCONTRO DO FÓRUM NACIONAL DE CONSELHOS ESTADUAIS DE ASSISTÊNCIA SOCIAL E CAS DF

Aos dias dezessete e dezoito de novembro do ano de dois mil e quinze, no Auditório da Secretaria de Desenvolvimento Social - SEDS, situado a Rua Bela Cintra, 1032 – Cerqueira César – São Paulo/SP, realizou-se o 33º Encontro do Fórum Nacional dos Conselhos Estaduais de Assistência Social – FONACEAS.  O Coordenador Geral do FONACEAS congratula a todos (as) os(as) presentes e agradece a presença registrando as presenças dos(as) representantes dos Estados: ACRE: ( Carlos Antônio Pinheiro da Silva, Adeni Neves Silva), ALAGOAS: (Andreilson Trevas , Catarina Nóbrega e José Cláudio Frotas), AMAZONAS:(Valdemar Farias e Jane Maria Silva de Moraes), BAHIA( Maria Dolores R. Cabirta e Elizabete Andrade), CEARÁ: (Silvana de Matos Brito Simões e Maria Tereza de Araújo Serra), ESPÍRITO SANTO: ( Carlos Ajur C. Costa e Simone Pereira A. Wasem), MATO GROSSO: ( Antônio Figueiredo Neto e Marilu Monteiro), MATO GROSSO DO SUL:( Sérgio Wanderley), PARÁ: (Lídia Sousa e Jair Santos), RONDÔNIA; ( Marinilde Santos, Maria das Graças Costa e Marines M.P. Silva), RORAIMA: (Marilene S. Teixeira e Débora G.F. Nobriga), SÃO PAULO: ( Kazne Kawata, Vinícius Cesca de Lima, Regis Lang, Maria Silva Basiano, Marly Pulini da Costa, Denise Pereira, Nicole Hoedemaver, Maria Luiza R. Silva, Mayara L. Feitosa, Thiago Ferreira Cabral, Raillana, Isabel Cristina, Regina L. S. Graças, Viviane Ribeiro, Maria Michele N. Sadó e Carlos Nambu) TOCANTINS: ( Gildeth E. Macedo e Silvana Barbosa). Na sequência apresenta a pauta do referido Encontro assim constituída: 1. reunião da Mesa Coordenadora e Secretária Executivas, 2 .Abertura e Discussão do Regimento Interno, 3. Apresentação da Gestão de São Paulo e do Controle Social pelo CONSEAS/SP, 4. Apresentação e Discussão da Lei Nº 13.019 de 2014 – Marco Regulatório, 5. Relato das Conferências Estaduais, 6. Direcionamentos para a X Conferência Nacional de Assistência Social e a Construção de Carta de São Paulo. O Encontro teve início com a reunião das Secretárias Executivas que contou com a participação dos demais presentes ao encontro. Após as apresentações de todas, inicia-se a reunião com a Secretária Executiva do Ceará Tereza Serra que diz que se ressentir das exigências do CNAS, quando solicita um documento é para ontem, não deixando alternativas ou você faz ou vai um e-mail, telefonema para Presidente dizendo solicitou tal documento mas a Secretaria-Executiva do CEAS-CE não mandou. E que havia dito a uma funcionária da Secretaria Nacional de Assistência Social que se sentia mais à vontade quando participar de reuniões com os CEAS (Secretárias Executivas), porque não existe só cobrança, nos ajudamos mutuamente, não existem diferenças. As demais Secretárias Executivas foram unânimes em afirma que se sentem sufocadas com tantas exigências, mais que na hora de tirar dúvidas recorrem as demais Secretárias Executivas. A Secretária Executiva do CEAS/Acre Adenir Silva diz aguardar a muito tempo por uma Capacitação para as Secretárias Executivas solicitada ao CNAS e ao Fórum. Espera que no próximo ano, essa capacitação venha acontecer. A Secretária Executiva do CEAS/Tocantins diz ser nova na função de Secretária Executiva, e que participar do grupo das Secretárias Executivas foi essencial para realizar a Conferência Estadual. A Vice-Presidente do CEAS/Tocantins reafirma as palavras da Secretária Executiva, e que tinha vindo para reunião do Fórum para conhecer e agradecer, porque sem ajuda das demais Secretárias Executivas, não possível realizar a Conferência Estadual. As Secretárias Executivas questionam a resistência dos demais Estados em não participar das Reuniões do FONACEAS, e como sugestão, solicita a Mesa Coordenadora para encaminhar uma Carta aos Estados faltosos sensibilizando-os, e reafirmando a importância deste espaço conquistado, nosso, prazeroso de troca de experiências, vivências e aprendizado, fora a amizade construída ao longo de sua existência. O Presidente do CEAS/Mato Grosso do Sul Sérgio Wanderley faz uma reflexão acerca da dificuldade de reconhecimento por parte do MDS/SNAS/CNAS, e como sugestão sugeriu que os Estados criassem Fóruns Regionais dos Conselhos Municipais de Assistência Social, que, com certeza, fortaleceria o FONACEAS. Também foi dito por algumas Secretárias Executivas não contar com uma equipe de apoio nas Secretarias Executivas dos seus Estados, e que foi solicitado em relatório pelas Secretárias Executivas dos Conselhos Municipais de Assistência Social a garantia de participação nas Conferências Estaduais. A Secretária Executiva do CEAS-CE Tereza Serra sugere que na primeira reunião do FONACEAS em dois mil e dezesseis fosse realizada esta Oficina/Treinamento com as Secretárias Executivas e que o Estado que fosse sediar a reunião, poderia convidar as Secretárias Executivas dos CMAS, e que estava a disposição do Fórum para ministrar a Oficina. A Presidente do CEAS/RO  Marinilde Santos diz ser importante não perde de vista nosso espaço, não entende porque outros Fóruns tem espaços no CNAS, e este de controle social não tem espaço mesmo com 32 Cartas elaboradas e de conhecimento do órgão normatizador da Política de Assistência Social. A Vice-Presidente do CEAS/RO Maria das Graças Costa informa que  por gostar tanto de participar dos encontros no Fórum, hoje se encontra cursando Serviço Social, pelo estímulo recebido nos encontros.  Por fim, foi sugerido que além da Secretária Executiva do Estado que estava na Coordenação Geral do Fórum, fosse escolhida uma representante fixa de uma Secretaria-Executiva para secretariar a mesa. O Presidente do CEAS/ES Carlos Ajur  diz que entende o papel do Fórum como espaço de articulação e discussão da Política de Assistência Social, e que todos deveriam participar das reuniões do CNAS, e ao se apresentar dizer que é do Fórum. Sugere ainda que se envie um documento a Secretaria Nacional de Assistência Social/SNAS, solicitação a inclusão no CAPACITASUAS, cursos exclusivos para as Secretárias Executivas. Passando para a palavra para o Coordenador Geral do FONACEAS Antônio Neto – Presidente do CEAS de Mato Grosso, fala de sua ascensão para Coordenadora Geral do Fórum no 32º Encontro em Fortaleza/Ceará. Diz da importância da publicização das discussões/recomendações do Fórum. A Presidente do CONSEAS/SP Nicole Hoedemaver fala que é importante primar pelo fortalecimento e crescimento, e que os encontros do FONACEAS significam dialogar, articular e fortalecer a democracia e ampliar a participação de todos os CEAS, engajados na efetivação e consolidação do Sistema Único de Assistência Social. O Conselheiro do CNAS Thiago Ferreira Cabral, representante da sociedade civil, se diz surpreso com a presença da sociedade civil (usuários, trabalhadores e entidades). E que o CNAS em reunião indagou quem gostaria de participar deste encontro, e como representante da Comissão de Normas agora como titular, e por ser de São Paulo, resolver participar do encontro. Afirma que o momento é de ajustes com a crise financeira no país, contingenciamento das despesas, resolveu participar. Informa que está havendo mudanças inclusive no calendário de reuniões do CNAS. Fala do fluxo de organização interna, das matérias que são analisadas pelas Comissões que possam o dia inteiro analisando, e logo após se reúne com a presidência ampliada. Tenta justificar as falas das Secretárias Executivas quando afirmam que o CNAS, exige e não dar respostas dizendo que no Conselho tem muito trabalho, uma gama de matérias para analisar, daí à morosidade das respostas. Quanto ao reconhecimento do FONACEAS, informar existir o Decreto de Nº 8243 da Presidência da República, que reconhece a participação social, ficando mais fácil o reconhecimento do Fórum por meio desse Decreto, uma fez que possui legitimidade, organização. Informa ainda a mudança na Mesa Diretora do CNAS saindo a Vice-Presidente Marlene, sendo substituída pela Leila Braga. Em seguida informa que, em virtude da X Conferência Nacional de Assistência Social, as passagens para os Conselheiros (as) participarem  das reuniões plenárias foram canceladas. Passando para outro ponto de pauta o Coordenador de Comunicação do FONACEAS Carlos Antônio Pinheiro da Silva passa a descrever a reestruturação do Blog do Fórum, passo-a-passo, sendo muito elogiado pelos presentes. O Coordenador Geral, passa então para a Leitura do Regimento do Interno. O Conselheiro do CNAS Wagner  C. da Silva em presente, em nível de colaboração faz uma observação dizendo que este Regimento Interno foi muito bem debatido por ocasião do Encontro em Natal, no Rio Grande do Norte, e feita a alteração ficando a própria Região responsável para indicar que vai assumir a vacância, isso porque a vaga não é do CEAS e da região a quem cabe a indicação. A Presidente do CEAS-CE Silvana Simões reforça que a representante da região Nordeste no Encontro em Fortaleza questionou para quê as Coordenadorias. O Presidente do CEAS/Mato Grosso do Sul Sérgio Wanderley parabeniza o Regimento e hoje, sua leitura veio trazer saber de como exercer essa militância dentro desse espaço. A Presidente do CONSEAS/SP Nicole Hoedemaver indaga ao Conselheiro Wagner se a representação é da pessoa física ou do CEAS? Indaga sobre as Coordenadorias, já que a sua Coordenadoria em uma das atribuições diz “propor temas de discussão para as reuniões do FONACEAS e identificar os palestrantes para os mesmos”. Para a Coordenadora fica difícil indicar pessoas de outros Estados, ficando fácil em nível de São Paulo e sugere as extinções das Coordenadorias. O Conselheiro do CNAS Wagner diz que a respeito desse questionamento no CNAS, a vaga é da pessoa física indicada pela jurídica, via Decreto Presidencial. Quanto as Coordenadoras, estas disciplinam a organização interna do Fórum. Parabeniza a reorganização do Fórum. Informa ainda que o CNAS ler as Cartas e reconhece a sua representação, mas esbarra nas alterações da Lei Orgânica de Assistência Social – LOAS que traz a composição do CNAS, precisaria ter um projeto de lei de alteração da LOAS. Depois de lido e discutido a plenária votou pela manutenção do texto, somente feito às correções de digitação. Passando para o próximo ponto de pauta a Presidente do CONSEAS/SP Nicole Hoedemaver, informa que houve uma convocação/realização de uma “Conferência Livre” no Município de São Paulo, e que este terá um espaço na Nacional e caso isso venha acontecer, o CONSEAS/SP vai  se posicionar contrário a participação na Nacional e pede apoio dos CEAS. O Conselheiro do CNAS  Thiago Ferreira Cabral  faz uma contextualização do ocorrido, questionando o número de vagas (dez vagas) para três Metrópoles. Assim, o grupo do CMAS de São Paulo tirou uma proposta de não comparecer a estadual. Mas que assunto não chegou ao CNAS. E que um grupo esteve em uma reunião ordinária do CNAS e pediram a voz, pedindo para mudar a organização das conferências. Inclusive apresentaram Banner e vídeo. Informa ainda teve a participação de poucos conselheiros da sociedade civil e nenhum representante do governo, mas o Presidente estava lá. Em seguida foram a Secretaria Nacional de Assistência Social , mas a Secretária Nacional não quis recebê-los  sozinha, então foi chamada  a Vice-Presidente Leila Braga e o que ficou questionado foi a “ Conferência Livre”, e as outras Conferências não são livres? Não existe participação? O Conselheiro diz que o CNAS não pode dá voz a esse grupo. “Assuntos Regionais devem ser manifestados regionalmente”. Na sequência, houve uma apresentação qualificada do Conselho Estadual de Assistência Social de São Paulo – CONSEAS/SP, apresentando pela Presidente que destaca sua missão de exercer o papel de controle da Política de Assistência Social, acompanhando, fiscalizando, contribuindo com o seu permanente aperfeiçoamento de acordo com as necessidades da população em situação de vulnerabilidade e risco social, sua vinculação ao Poder Executivo por meio da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social - SEDS, estrutura pertencente ao órgão gestor da Política de Assistência Social. Fala da composição do Conselho com quarenta e oito membros, entre titulares e suplentes, estrutura atual, organização, dinâmica, papel do Conselho no exercício do controle social que tem como objetivo zelar pela ampliação e qualidade da rede de serviços socioassistenciais para a universalização de atendimento a todos os destinatários da Política de Assistência Social e os gastos das verbas públicas destinadas aos municípios ( que vêm da união , e ainda dos próprios orçamentos municipais).Em seguida fala das principais ações realizadas pelo CONSEAS/SP, Gestão junto aos Conselhos Municipais , Recursos Financeiros , e por fim o processo de Conferência de Assistência Social – 2015. Em seguida assistimos a uma apresentação do Secretário de Estado de São Paulo que discorreu sobre a Política Estadual de Assistência Social, seus avanços e desafios, e avaliou que ainda existem objetivos a serem conquistados. Informa ainda que o Estado de São Paulo tem 401 Municípios de Porte I, 120 Municípios Porte II, 49 Município de Médio Porte, 72 Municípios de Grande Porte e 03 Metrópoles ( São Paulo, Campina e Baixa Santista). Fala da complexidade do Estado pelo grande número de Municípios, Estado empobrecido com um custo de vida acima da média brasileira, tem uma população abaixo e acima da linha de pobreza. Diz ainda que receber R$ 70,00 (setenta reais), não significa muito pelo alto custo de vida em São Paulo. Em seguida enumera as mazelas da grande cidade; drogas, déficit intelectual das crianças e adolescentes em idade escolar, violências de todas as espécies, a distância dos serviços públicos, habitações precarizadas (falta de saneamento, número de pessoas morando na mesma casa. E que no interior do Estado também a população sofre com falta de emprego/renda, distância dos Serviços Públicos. Quanto aos equipamentos da Política de Assistência Social diz que existem no estado de São Paulo 1071 Centros de Referência de Assistência Social – CRAS em 641 Municípios, faltando somente quatro Municípios, com uma cobertura de 99,4%. Justifica que os gestores desses quatro municípios não querem os equipamentos. Quanto aos Centros de Referência Especializados de Assistência Social existem 256 em 211 Municípios, 619 Centros POP em 49 Municípios. Informa ainda que existem em São Paulo vinte mil moradores de Rua. Em seguida fala de Transferência de Renda – Ação Jovem desde sua implantação em dois mil e quatro, CADÚNICO com três milhões, quatrocentos e vinte três mil, oitocentos e vinte quatro inscritos. Da certificação aos gestores pelas ações desenvolvidas com o idoso, buscando sua autonomia. Fala da Escola de Formação do trabalhador do SUAS, publicações, avaliação e monitoramento como forma de disseminação da informação. E com relação da Política de Segurança Alimentar e Nutricional o Estado conta com cinquenta Restaurantes Populares e seiscentas mil famílias recebem o leite. Por fim o Secretário do Estado anfitrião, ressalta que este Fórum é um importante espaço de mobilização, e que os Conselhos de Assistência Social são instâncias de ações colaborativas com a gestão. Seguindo a programação houve uma pauta de reflexão e discussão sobre o novo Marco Regulatório, Lei 13.019 de 2014, e as Alterações trazidas pelo PLV 21/2015. Segue a apresentação na íntegra: A quem se destina o Novo Marco Regulatório? Terceiro Setor? “A denominação TERCEIRO SETOR é utilizada para identificar as atividades da sociedade civil que não se enquadram na categoria das atividades estatais (Primeiro Setor, representado por entes da Administração Pública) ou das atividades de mercado (Segundo Setor, representado pelas Empresas com finalidades lucrativas).” Artigo 44 do Código Civil Brasileiro: As associações , as sociedades, as fundações. As organizações religiosas; (Incluído pela Lei nº 10.825, de 22.12.2003), Os partidos políticos. (Incluído pela Lei nº 10.825, de 22.12.2003) , As empresas individuais de responsabilidade limitada. (Incluído pela Lei nº 12.441, de 2011) . PESSOAS JURÍDICAS DE DIREITO PRIVADO . Introdução : Marco Regulatório Visão Geral .Estabelece o regime jurídico das parcerias voluntárias firmadas entre a administração pública e as organizações da sociedade civil em regime de mútua cooperação. Define como deverá ser a relação jurídica do governo com as OSC - “organização da sociedade civil” especialmente nos casos de transferências de recursos para a execução de projetos de interesse público. Marco Regulatório Visão Geral. Criação de uma Nova Política de Governo: Política de Fomento e Colaboração com três eixos (contratualização, “simples social” e certificação) .Âmbito Nacional (União, Estados e Municípios) . Altera Lei da OSCIP e Lei de Improbidade Administrativa . Status Atual :A MP684/2015 que prorrogou a entrada em vigor para janeiro de 2016 foi convertida em PL e foi aprovado na Câmara e no Senado está em fase de sanção Presidencial. Parcerias Voluntárias, Administração Pública e Organização da Sociedade Civil. - Convênios = somente entre órgãos públicos e com o SUS (novos instrumentos firmados a partir de janeiro de) - Contrato de Gestão (OS) = Continuam em Vigor - Termo de Parceria (OSCIP) = No que não for contrário a esta Lei (Decreto 7.568/2011) .Para fins de Aplicação nesta nova Regulamentação. Conceitos: Organização da Sociedade Civil I - organização da sociedade civil: a) entidade privada sem fins lucrativos que não distribua, entre os seus sócios ou associados, conselheiros, diretores, empregados, doadores ou terceiros, eventuais resultados, sobras, excedentes operacionais, brutos ou líquidos, dividendos, isenções de qualquer natureza, participações ou parcelas do seu patrimônio, auferidos mediante o exercício de suas atividades, e que os aplique integralmente na consecução do respectivo objeto social, de forma imediata ou por meio da constituição de fundo patrimonial ou fundo de reserva; b) sociedades cooperativas: 1) previstas na Lei nº 9.867, de 10 de novembro de 1999; 2) integradas por pessoas em situação de risco ou vulnerabilidade pessoal ou social; 3) alcançadas por programas e ações de combate à pobreza e geração de trabalho e renda; 4) voltadas para fomento, educação e capacitação de trabalhadores rurais ou capacitação de agentes de assistência técnica e extensão rural; 5) capacitadas para execução de atividades ou de projetos de interesse público e cunho social; c) Organizações religiosas que se dediquem a atividades ou a projetos de interesse público e cunho social, distintas das destinadas a fins exclusivamente religiosos. (Parágrafo único do artigo 1º Resolução 191/2005 CNAS). Após a apresentação foi aberto à discussão, mas, matéria que ainda precisa de mais espaços como este, para os CAS melhor se apropriem para orientar sobre as mudanças trazidas, mesmo que a referida lei não seja especificamente direcionada para as Entidades da Rede Socioassistenciais, mas, para as entidades de outras áreas afins. Passando para o próximo ponto de pauta tivemos outro Conselheiro do CNAS – Carlos Nambu, que ouviu as considerações feitas por todos os presentes quanto Conferências Livres na visão de que não pode haver fortalecimento de nenhum processo se violar as normatizações e orientações do próprio CNAS. E que a sugestão era de que o CNAS trimestralmente realizasse uma reunião com o FONACEAS, porque ele estaria se reunindo com os CEAS de todo o país aqui representado. O Conselheiro ouviu atentamente e informou que levaria as sugestões para o CNAS. Por foi sugerido tentar uma reunião com o Secretário André Quintão, mostrando a relação politica, gestão e controle social. Realizar um levantamento dos Conselhos com assento nos Conselhos de Saúde para assim reivindicar nosso assento no CNAS enquanto Conselhos Estaduais. Em seguida foi lida e após muitas reflexões foi aprovada a CARTA DE SÃO PAULO. Por fim foi elaborado o Calendário para o ano de 2016 do FONACEAS. Dias: 13,14 e 14/abril – Estado do Pará; 15,16 e 17 de junho – Estado do Mato Grosso do Sul; 21,22 e 23 de setembro – Estado de Alagoas; 09 10 e 11 de novembro – Estado do Mato Grosso. Em seguida foi construída a pauta do 34º Encontro do Fórum dos Conselhos Estaduais de Assistência Social – FONACEAS: PROGRAMAÇÃO: 13/04 – Acolhida/Credenciamento. Oficina/Treinamento com as Secretárias Executivas Estaduais e Municipais do Estado Anfitrião. Momento de interação. Reunião da Mesa Diretora. Apresentação da Gestão do Estado Anfitrião, Apresentação Controle do Social, momento de interação; avaliação pelos Estados da X Conferência Nacional de Assistência Social; Construção da Pauta da 35º Encontro. Em nada mais havendo a declarar foi encerrado o 33º Encontro do FONACEAS, Eu, Maria Tereza de Araújo Serra, lavrei a presente Ata que depois de lida e aprovada será assinada por todos (as) presentes. São Paulo 18 de novembro de 2015.

Antônio Figueiredo Neto                                               Maria Tereza de Araújo Serra
Coordenador Geral do FONACEAS                            Secretária Executiva do FONACEAS


MEMBROS:

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